25 de dezembro de 2011
19 de dezembro de 2011
15 de dezembro de 2011
13 de dezembro de 2011
12 possíveis substitutos para o lesionado Nemanja Vidic
Com Nemanja Vidic lesionado até o final da temporada, e contínuos problemas de lesão do Rio Ferdinand, é talvez tempo para Sir.Alex Ferguson considerar contratar um defesa central para o Manchester United.
A perda do ex-internacional Sérvio não deve ser substimada, esta temporada nos seis jogos da Premier League em que Vidic jogou, o Man United sofreu apenas dois golos, mas concedeu 11 nos oito jogos em que ele não participou.
Chris Smalling é um jogador que Sir. Alex Ferguson vê e usa preferencialmente como um defesa direito. Phil Jones tem impressionado, tanto quando joga como defesa central, defesa direito, ou mesmo médio defensivo. Embora Jonny Evans tenha melhorado significativamente nesta temporada, o treinador escocês acha que a progressão ainda não terminou, e não é suficientemente conpetente para assumir as responsabilidades defensivas. Sendo assim decidi criar este post com referencia a alguns jogadores que Sir. Alex Ferguson deveria considerar contratar para o centro da defesa.
Então, de minha opinião, estes são os doze melhores jogadores possíveis para o centro da defesa do Manchester United:
12 - Cristian Ansaldi (Rubin Kazan)
Jogador de 25 anos extremamente versátil, joga como defesa central e esquerdo. Seria uma boa opção, e seria barato, pois o seu contracto termina em 6 meses, e o
jogador pretende deixar o clube.
11 - Mário Fernandes (Grémio)
Talvez seria uma grande aposta para Sir. Alex Ferguson, é um jovem defesa com muita versatilidade, joga como defesa central, e defesa direito.
10. Mamadou Sakho (PSG)
Jovem Francês em grande progresso, talvez seja tempo de contratar o jovem francês antes que o Paris Saint Germain torne-se numa potência Europeia, ou outros clubes mostrem interesse.
09. Giorgio Chiellini (Juventus)
Jogador em grande forma, juntamente com o seu clube, será que iria trocar a Juventus pelo Manchester United ?
08. Dedé (Vasco)
Jovem defesa revelação do campeonato brasileiro, seria uma grande aposta para a equipa. Jogador com um grande futuro, prova disso o miúdo maravilha, Neymar, o considera o defesa mais "chato" do brasileirão.
07. Christopher Samba (Blackburn Rovers)
Defesa com muita experiência, possivel contratação, pois a seu contrato termina em breve, mas será dificil, pois outros clubes estão atentos, e o Blackburn Rovers não quer perder o seu capitão, mas talvez será obrigado a vender a sua jóia da coroa para encaixe finaceiro, sendo que o clube precisa.
06. Matt Hummels (Borussia Dortmund)
Defesa com grande potencial.
05. Ryan Shawcross (Stoke City)
Grande defesa. Vimos o Gerard Piqué, e o Cesc Fabregas refressarem ao clube de formação, Fc Barcelona, talvez seja altura deste talentoso defesa regressar a Old Trafford!?
4. Gary Cahill (Bolton)
Defesa prodígio. Certamente deixará o Bolton em Janeiro, seria uma boa opção para a equipa de Sir. Alex Ferguson, e seria bom para ele jogar ao lado de alguns colegas de selecção, Phil Jones, Chris Smalling, Wayne Rooney, e Ashley Young. Transferência pouco provável, devido ao numero de clubes interessados no jogador, entre eles o Chelsea, e o Arsenal.
3. Jan Vertonghen (Ajax)
Grande defesa, com hipótese de rumar para Old Trafford, uma vez que a sua equipa foi eliminada da Liga dos Campeões, e encontra-se a 8 pontos do lider do Campeonato Holandês, Eredivisie, o que deixa a pensar um pouco...pois o Manchester United também foi rebaixado da Liga dos Campeões para a Liga Europa, e encontra-se a 2 pontos do líder do campeonato Inglês, Premier League, Manchester City.
2. Thiago Silva (AC Milan)
Defesa brasileiro talentoso, que Sir. Alex Ferguson já demostrou interesse em publico na sua contratação. Existe fortes possibilidades da transferência confirmar-se, uma vez que o Ac Milan já procura um substituto, tendo apontado as baterias para o brasileiro Dedé (numero 8).
1. Neven Subotic (Borussia Dortmund)
Internancional Sérvio, apelidado de "Novo NemanjaVidic", por mim é a melhor aposta para substituir o "Antigo Nemanja Vidic".
12 de dezembro de 2011
Requisitos para ser treinador do Barcelona
No verão de 2003, a Direcção do FC Barcelona tinha um desafio, contratar um treinador para a equipa principal. No final, sobre a mesa ficaram quatro candidatos: Ronald Koeman, Gus Hiddink, José Mourinho, e Frank Rijkaard. Os quatro possuíam, de formas distintas, os requisitos para serem treinadores do Barcelona. Rijkaard era, dos quatro, o que tinha menos experiência e menos êxitos. Mas a seu favor estava o facto de ser o único disposto a trabalhar com as condições que o clube imponha, e tinha disponibilidade imediata, sem nenhuma condição. Rijkaard era defensor do estilo de jogo que se pretendia para o Barça, e o seu carácter se encaixava plenamente com o que se procurava, capacidade de gestão de pessoas, vontade, compromisso, e grande experiência como jogador de elite.
José Mourinho e Josep Guardiola, ambos tinham grandes virtudes e parecia que se situavam em extremos opostos de uma linha imaginária. Em um extremo, um treinador experiente e com êxito, de carácter forte e fama de polémico. No outro, uma pessoa de grande talento, conhecedora absoluta do clube, mas sem experiência relevante como treinador. De Guardiola, valorizava-se também seu alto valor como activo do clube, e seu possível percurso de liderança. O vice-presidente da área de futebol, Marc Ingla, pegou nas ideias de Bergiristain e de outras pessoas do clube e transformou-as em um documento de nove tópicos, com os critérios que deveriam ajudar a tomar a decisão mais correta, acima da intuição e do consenso que, pouco a pouco, ia se desenhando a favor da opção de Guardiola.
O documento era:
Novo treinador do FC Barcelona.
1º. Respeitar o modelo de gestão desportiva e o papel da Secretaria Técnica.
- Acompanhamento do técnico do time principal durante a temporada;
- Coordenação com o futebol-base local e global;
- Contratações e planeamento.
- Renovações, demissões, etc.
- Processo interativo validado com o treinador e o corpo técnico desde Dezembro-Janeiro de cada temporada;
- O treinador também pode fazer e recusar propostas, mas a Secretaria Técnica tem a última palavra e o poder de decisão final;
- A secretaria Técnica e a Diretoria não actuam como treinador, nem têm influência nas escalas, nem em como se deve enfrentar cada partida;
2º. Estilo de Jogo.
- Equilíbrio contínuo entre o jogo atractivo e a eficiência;
- 4-3-3 como base, mas com as variantes necessárias;
- Controle e gestão das partidas, máxima atenção e concentração;
- Construir herança e conceitos de jogo próprio;
3º. Adicionar a equipa principal.
- Trabalho, trabalho e trabalho;
- Adicionar a equipa principal jogadores juvenis.
- Sinal de identidade do Clube; garantia de padrão e estilo de jogo; factor de coesão no balneário;
- Promover a solidariedade, a combinação, à circulação, a mobilidade, a generosidade...
-... Versus "supervirtuosismo" pela pouca eficiência e o que gera ao redor, os craques e individualidades a serviço da equipe
- Manter a concentração, sempre.
- Distanciar-se do ruído diário e concentrar-se no essencial da competição;
- Detalhes: às vezes o diabo está nos detalhes; é preciso cuidar deles, por exemplo, as permissões.
4º. Treinos e Rendimento: "Deve-se jogar como se treina".
- Dar máxima importância a cada treino;
- O treinador deve gerir de perto todas as actividades que afectam directamente o rendimento dos jogadores e da equipa.
- Trabalho táctico de jogo de campo e estratégia;
- Preparação física colectiva e trabalho físico e de prevenção individualizado;
- Saúde dos jogadores: Influência dos médicos no treino: evitar lesões;
- Alimentação e descanso;
- Mais ênfase no trabalho físico, intensidade nunca é demais.
- Contratar jogadores.
- Futebol cada vez mais competitivo e físico. O FCB é número 1 em encontrar jovens com talento, mas cada vez mais deveremos ter também jogadores com melhores condições físicas;
- Ênfase no trabalho antes e depois de cada jogo.
- Análise prévia do adversário, vídeo, diferentes soluções tácticas, etc;
- O dia seguinte: erros, acertos e aprendizado;
- Convocatórias e minutas - "justiça esportiva";
- Se o trabalho diário é bom em todas as actividades, trabalho táctico, estratégia, preparação física, descanso, etc., deve pesar mais que outros aspectos, status, hierarquias, etc.;
- Outras considerações sobre os treinos;
- Cada vez mais "fechados" - profissionalização contínua;
- Mais treinos no Miniestadi e na Ciutat Esportiva;
- Prolongar as jornadas, mais descanso, mais comidas controladas, etc.;
5º. Gestão de vestiário activa.
- Código Interno - deve-se aplicar com o melhor critério e boa mão, é interno e, portanto, não se pode explicar como se aplica;
- Um regime policial tampouco é o melhor modelo;
- Permissões - Em caso de dúvida, o treinador deve validá-las sempre com a Secretaria Técnica;
- Modelo de capitães:
Modelo meritocrático - promover liderança e influência real sobre o grupo;
- Gestão de craques;
6º. Outras responsabilidades e compromissos com o Clube a serem geridos.
- Meios de comunicação:
- O treinador é uma das imagens permanentes e semanais do Clube;
- É preciso ser prudente, sempre;
- Respeito aos rivais, árbitros e outras instituições em geral - jogo limpo;
- Não superutilizar os meios e criar falsas polêmicas - concentrar-se nos aspectos relevantes do jogo, e do momento do time;
- Jogadores:
Zona Mista - os jogadores devem aparecer depois da partida, nos momentos de máxima audiência;
- As entrevistas colectivas dos jogadores devem ser respeitadas;
- Marketing - compromissos do Clube e individuais; buscar o equilíbrio;
- Área social;
7º. Ter experiência.
- Experiência acumulada em futebol de elite e internacional - como jogador e treinador;
- Qualificações pessoais elevadas em caso de falta de experiência acumulada;
8º. Apoio ao bom governo do Clube.
- Quanto mais informação explícita e formal, melhor;
- Plano semanal de treinos individuais; assistência à Zona Mista; permissões; métricas de estado físico e de saúde dos jogadores; se for necessário, um "livro de cada jogador";
- Reuniões de coordenação interna com cadência regular - fomento do trabalho em equipe e melhoria contínua;
- Do corpo técnico, preparadores físicos e médicos. O primeiro treinador decide a frequência;
- Do vice-presidente esportivo, secretário técnico e primeiro treinador: quinzenal;
- Ter pulso e identificar as necessidades da equipe principal;
- A Directoria não influi nas decisões técnicas, nunca!, exceptuam-se os aspectos de estratégias global do Clube;
9º. Outros aspectos a valorizar no novo treinador.
- Conhecimento da liga espanhola - reduzir a fase de aprendizagem durante o primeiro ano;
- Conhecimento do Clube e seu ambiente - reduzir a fase de aprendizagem do Clube;
- Experiência internacional.
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