12 de abril de 2012

Pedras preciosas

Muitas vezes quando ouvimos falar de pedras preciosas não imaginamos a quantidade de histórias que existem por traz de cada pedra, e muitas curiosidades também. 

Ágata:

O nome Ágata ou "Achates" é derivado do nome do rio Achates, agora Drillo na Sicília, onde foi encontrada primeiramente. É a pedra mais criativa da família dos quartzos, pode ser encontrada em vários tons de cores e texturas, é na verdade um conjunto de varias formas de sílica, principalmente calcedônia. A ágata foi muito valorizada nos tempos antigos, por ser usada como talismã ou amuletos. Existem muitas variedades de Ágatas. A Alemanha, era a maior produtora de Ágata, até o Século XIX, hoje suas jazidas estão esgotadas.

Água-marinha:

O nome é devido a sua cor, do latim "acqua marinae". 
É uma das gemas mais populares. Assim como a esmeralda e a morganita, pertence ao grupo dos berilos. A cor vai de um tom azul pálido quase incolor, à um azul forte intenso e quanto mais intenso mais é valiosa. Algumas apresentam um tom de azul esverdeado, é uma característica típica de onde ela minou. 

Alexandrita:

Uma das mais místicas pedras. É uma "esmeralda" de dia e um "rubi"de noite. À luz do dia é verde e, com luz artificial, vermelha. Quanto mais espessas as pedras, maior a facilidade de se ver a mudança de cor. Seu nome, alexandrita, deve-se ao Czar Alexandre II. As histórias contam que foi descoberta em 1830 no mesmo dia que o Czar Alexandre II fazia aniversário e o seu nome foi dado a pedra. A maior alexandrita lapidada pesa 66 ct e está em Whashington.

Ametista:

O nome vem do Grego "amethystos", significa "não ébrio", "não bebido". 
É a pedra mais apreciada da família dos Quartzos. A sua cor é violeta púrpura, podendo ser mais profundo ou mais suave, também é encontrada com faixas brancas de quartzos leitosos. Esta pedra ocupou destaques importantes em ornamentos católicos ao longo dos séculos, considerada a pedra de Bispos e Cardeais. Quando têm formato de pirâmides, a cor mais intensa predomina nas pontas dos cristais. Existem algumas variedades de ametista, podendo apresentar faixas brancas de quarzo leitoso.

Berilo:

Assim como a Esmeralda e Água-marinha o Berilo é do mesmo grupo ou família, é uma gema que pode ter várias cores, como o tranparente, amarelo, verde e rosa. Sua composição é de Silicato de alumínio e berilo.

Citrino:

O nome, citrino, é derivado de sua cor amarelo-limão (do latim citrus). Os citrinos de cor amarelo intensa chamado de "citrinos madeiras" são raros e muitas veses são chamados, erroneamente de topázio, devido a semelhança de sua cor.

Diamante:

O nome diamante vem do grego e significa "inconquistável, indomável" devido a sua dureza. Há, na história,  diamantes famosos, principalmente por seu tamanho ou por sua cor. Apenas 20% dos diamantes são utilizados para joalheria, todo o resto é aproveitado na área industrial. Actualmente, a África do Sul é a maior produtora de diamantes do mundo. Foram encontradas, neste país, chaminés vulcânicas que contém a rocha matriz diamantífero. .

Esmeralda:

A esmeralda, assim como o berilo e a água-marinha, é do grupo do berilo e é a pedra mais nobre dele. O seu nome provém do grego "smaragdos", mas a origem provavelmente é do hindu antigo e significa "pedra verde".
Somente as qualidades mais preciosas de esmeralda são transparentes. Geralmente esta pedra aparece com inclusões e estas não são consideradas defeitos desde que não sejam importantes. Estas inclusões, muitas vezes, são prova de que a pedra é autêntica.

Espinélio ou Espinel (Spinel):

Muitos rubis, famosos por se acharem incrustados em coroas da realeza são, na verdade, espinelas. A mais famosa é a 'Black Prince's Ruby', uma espinela de 170 quilates, de um vermelho magnífico, que adorna a coroa imperial do estado entre as jóias da coroa britânica. Henrique V chegou a usá-lo no seu capacete de batalha. O rubi de Timur, uma gema vermelha de 352 quilates, actualmente propriedade da Rainha Elizabeth II, tem a marca de alguns imperadores que o possuíram antes, conferindo-lhe inegável prestígio. Em Mianmar, onde são encontradas algumas das cores mais deslumbrantes de espinelas, esta gema foi classificada como uma espécie distinta do rubi em 1587. Noutros países a confusão com o rubi manteve-se por centenas de anos.
Apreciada actualmente pela sua própria natureza, a espinela é uma das pedras preciosas preferidas dos negociantes e coleccionadores de gemas devido ao seu brilho, dureza e ao largo espectro de cores deslumbrantes.
Tem interesse particular, uma variedade cor-de-rosa quente, vívido, com laivos laranja, explorada nas minas de Mianmar o que lhe dá características únicas como gema. A espinela aparece também em tons azuis e é, então, designada como espinela de cobalto, sendo estes exemplares raríssimos. Porque a espinela pode também ser produzida artificalmente em laboratório destinada a ornamentar anéis com a imitação da pedra de nascimento, é frequente associar-se o nome de espinela ao seu fabrico sintético.
A espinela é uma gema resistente, perfeita para a indústria da joalharia. Facetada, o mais das vezes é talhada em forma oval ou circular, sendo muito difícil de encontrar em tamanhos calibrados dada a sua raridade.

Granada:

É uma gema que pode ter várias cores, à excepção do azul. Os tons rubros vão desde o framboesa ao vermelho cor de sangue. Os tons de verde são equivalentes aos das esmeraldas, existindo ainda granadas em tonalidades de amarelo, laranja e castanho. Os variados aspectos das granadas possibilitam uma utilização adequada a todos os gostos e acessível a todos os bolsos. O nome granada não designa uma gema, mas um grupo de gemas. As granadas mais importantes como pedras preciosas são piropo (a mais valiosa), rodolita, tsavorite, almandina, espessartina, grossulária, hessonita e andradita. Conforme a espécie, pode-se ter granada incolor, vermelha (a mais comum), amarela, marrom, preta e até verde (chamada demantóide).

Jade: 

Era considerada a  pedra sagrada na China antiga, e na civilização Maia. O seu eu nome vem do espanhol "piedra de ijada". Ijada significa "flanco" em espanhol, e era uma referência às propriedades curativas que o Jade exerceria sobre os rins. É a pedra mais apreciada no oriente.

Jaspe: 

Apresenta geralmente uma aparência vermelha, com manchas e listras, o que motivou seu nome em grego, que significava "pedra manchada". 

Lápis-lazúlis: 

Pedra azul-marinha que era muito utilizada na antiguidade para decoração e como cosmético, este sob a forma de pó, após trituração da pedra. É considerada a pedra oficial dos psicólogos. Os lápis-lazúlis de maior valor são extraídos da região de Badakshan, no Afeganistão.


Olho de Gato:

Pedra do Grupo Quartzo. As inclusões anfibolicas, que proporcionan nela essa bela mistura de cores, e  transforma essa pedra em um mineral muito desejado pelos joalheiros, para ser usada em belas jóias , por causa da sua beleza natural e mística. A sua composição de origem é o dióxido de silício, a sua dureza é 7 na escala mohs.

Ônix:

É uma variedade da ágata. Também é chamado de "pedra unha". Usado com frequência para confecção de camafeus. O ônix preto era muito valorizado para contas de rosários (terços). O livro "The Magick of Kiram, King of Pérsia" publicado em 1686 afirmava que era possível ficar invisível usando-se um anel de ônix! 

Opala:

As opalas são pedras conhecidas pela sua grande variedade de cores na mesma pedra. Seu jogo de cores varia segundo o ângulo em que se olha. Há tempos atrás, estas cores eram explicadas como sendo uma refração da luz sobre lâminas muito finas. Hoje sabemos que são minúsculas esferas do cristal cristobalita inclusos em uma massa de sílica. 
O nome OPALA é de origem sânscrita "upala" que quer dizer pedra preciosa . 
Opalas de elevada qualidade chegam a ser mais valiosas que os diamantes, podendo chegar a 20.000 dólares americanos, por quilate.

Peridoto:

O nome desta pedra é derivada do grego,  mas seu significado é desconhecido. Crisólita, um sinônimo, significa (do grego) "pedra de ouro". Em mineralogia, o nome usado para o peridoto é Olivina (por sua cor verde-oliva). O maior peridoto lapitado pesa 310ct e está em Whashibgton (E.U.A.). 

Pérola:

A origem da palavra pérola vem do latim e seu significado talvez venha de um molusco "perna" ou devido a sua forma esférica "sphaerula". As pérolas são produzidas por moluscos e seu tamanho varia do de uma cabeça de alfinete e o de um ovo de pomba. A maior pérola encontrada pesa 450 quilates.
A pérola se origina de uma reacção do molusco a corpos estranhos que penetram no seu interior.
As pérolas cultivadas não são uma imitação, mas sim uma forma do homem colaborar para sua formação natural. A produção das pérolas cultivadas é causada pela introdução de corpos estranhos nos moluscos.

Quartzo Cristal:  

Conhecido também como Cristal de Rocha. A palavra cristal deriva de krystallos (palavra grega que significa gelo). Na antiguidade acreditava-se que o cristal de rocha era um gelo eterno.

Quartzo Fumê: Também conhecido com Murion e Smoky Quartz, é uma pedra muito utilizada em joalheria, por sua beleza profunda, um anel, um pingente ou brinco, ficam muito bonitos usando-se o quartzo fumê, e uma das vantagens desssa pedra, é que a maioria são de claridade boa, sem inclusões, o que a torna uma pedra muito brilhosa dependo da sua lapidação.

Quartzo Rosa: 

Também da família do quartzo, é uma pedra que simbolisa a feminilidade e jovialidade, pois é muito usado por moças, e meninas. É uma pedra resistende, que pode ser usada diariamente e tem um preço realativamente pequeno.

Quartzo Verde: 

Cristais de quartzo verde, ou calcedonia, como é muito chamado, é uma variedade mais classica do quartzo, por ser a cor verde muito preferida por muitos joalheiros e pessoas amantes de jóias, e por ser de um valor não muito alto e ser uma pedra bonita, este mineral é muito bem aceito no mercado.

Quartzo Cristal Rutiloso: 

Da mesma famíla do Quartzo Cristal é um quartzo diferente por ser riscado naturalmente, da onde vem o seu nome rutiloso. Assim como o Quartzo Cristal, é uma pedra muito resistente e muito admirada pela sua belesa devidos aos rutilos naturais que se encontram dentro da pedra. Existem rutilos de cores variadas.

Rubi:

O nome rubi vem do latim "Ruber" que significa vermelho. Assim como a safira é do grupo dos Coríndons. É o mineral mais duro depois do diamante. Assim como as esmeraldas, possuem muitas inclusões que são provas  de sua legitimidade. Apenas 1% dos rubis são utilizados para joalheria. Os rubis grandes são raros e muito valiosos. O maior rubi digno de ser lapidado tinha 400ct e foi encontrado na Birmânia.

Safira:

O nome Safira, vem do grego e significa "azul". Antigamente, o nome safira era utilizado para designar todas as pedras azuis. A safira pertence ao mesmo grupo  do rubi, o grupo dos coríndon. As safiras possuem diversas cores, desde o azul, amarela, roséa, laranja pois a única cor da família dos coríndons que não é safira é a vermelha, que é o rubi. Em 1966, foi encontrada a maior safira estrelada ( astérica), um cristal de 63.000 quilates (=12,6kg). 

Topázio:

Normalmente pensa-se no Topázio como amarelo dourado, transparente. no entanto, ele pode ainda ser amarelo-laranja, vermelho, cor de mel, cereja escuro, verde claro, azul e rosa. O nome Topázio deriva da palavra Grega (Bllhar) e também se aplica à palavra fogo. O Topázio Imperial e os Rosas são os mais valiosos. 

Turmalinas:

Nenhuma gema possui tanta variedade de cores como a turmalina. Os holandeses levaram as turmalinas a Europa em 1703. O nome vem do singalês, turamali. As turmalinas de uma só cor são muito raras. Num mesmo cristasl ocorrem, com frequência , distintas tonalidades e inclusive cores.

Turmalina Azul:

Também conhecida como Turmalina Indicolita, é uma classe de turmalina muito rara, quase escassa, muito desejadas pelos peritos de pedras preciosas. 

Turmalina negra:

É uma pedra muito bonita e resistente, ela das turmalinas é a única que só é encontrada na claridade opaca, não existe turmalina preta transparente, também é muito encontrada nos quartzo cristais, dando-se o nome assim quartzos turmalinados.

Turmalina Paraíba:

É conhecida por este nome, devido ao estado da Paraíba no Brasil onde ela foi descoberta por Heitor Dimas, é considerada uma pedra muito rara e de um valor muito alto, esta é uma das pedras preciosas mais valiosa que o Brasil possuí. A cor azul desta pedra é diferente por causa do cobre eo maganês encontrado em sua composição.

Turmalina Rosa:

Conhecida também como Turmalina Rubelita, esse nome é devido a  semelhança de sua cor com a do rubi, e foi uma forma de classifica-la, é uma pedra muito admirada na joelharia e por coleccionadores e o seu valor depende muito da sua claridade e da intensidade de sua cor.

Turmalina verde:

É turmalina mais comum a ser encontrada, mas também a sua tonalidade de verde varia muito de pedra para pedra, e assim como a turmalina rubelita, o seu valor depende muito de sua claridade, limpesa e intensidade. Também é muito apreciada na joelheira e por coleccionadores.

Turmalina Bicolor: 

Conhecida também como "Turmalina Melancia", por causa da sua cor verde e rosa, e muitas veses amarelada, é uma pedra muito apreciada por coleccionadores, e muito usada para fazer jóias exóticas, por causa da sua beleza. É uma pedra com um valor razoavelmente caro, dependendo da sua qualidade e do seu corte ou lapidação.

Turquesa:

O nome turquesa pode ter sido dado com referência aos turcos, que introduziram esta pedra na Europa. 

Ruud Van Nistelrooy, o artilheiro da primeira década do século 21


O holandês Ruud van Nistelrooy é o melhor marcador internacional da primeira década do século 21, para a Federação da História e Estatísticas do futebol (IFFHS).


A IFFHS teve em conta os golos marcados nas seleções ou nos clubes, incluindo jogos dos "AA", Jogos Olímpicos, Mundiais, competições de clubes e supertaças das seis confederações e jogos oficiais entre campeões continentais.


Entre 2001 e 2010, Van Nistelrooy totalizou 86 golos, 33 dos quais pela seleção holandesa e 53 nos clubes, seguido do francês Thierry Henry, com 85 (43/42) e do costa-marfinense Didier Drogba, com 83 (45/38).


O avançado português Pedro Pauleta, já retirado dos relvados, surge no 21.º lugar, com 55 golos marcados, 42 pela seleção portuguesa e 13 por Bordéus e Paris Saint Germain, os clubes pelos quais passou ao longo da década.


Cristiano Ronaldo, o mais mediático jogador português, é 26.º, com 54 golos.


O futebolista, actualmente no Real Madrid, tem, no período de 2001/2010, 26 golos na seleção portuguesa e 28 em jogos internacionais, pelo Manchester United e os merengues.


Destaque ainda para a presença no "top 10" do avançado internacional angolano Flávio Amado, que ocupa o sexto lugar, com 73 golos, 32 pela seleção e 41 pelos clubes, vários pelo Al-Ahly, no qual foi treinado por Manuel José.


Classificação:


1. "Ruud" Van Nistelrooy (Holanda), Manchester United/Real Madrid/Hamburgo, 86 golos (33 seleção/53 clubes)
2. Thierry Henry (França), Arsenal/Barcelona, 85 (43/42)
3. Didier Drogba (Costa do Marfim), Marselha/Chelsea, 83 (45/38)
4. Miroslav Klose (Alemanha), Kaiserslautern/Werder Bremen/Bayern Munique, 81 (58/23)
5. Samuel Eto'o (Camarões), Maiorca/Barcelona/Inter Milão, 79 (44/35)
6. Flávio (Angola), Atlético Luanda/Al-Ahly/Al-Shabab, 73 (32/41)
7. Dimitar Berbatov (Bulgária), Bayer Leverkusen/Tottenham/Manchester United, 71 (46/25)
8. Raul (Espanha), Real Madrid/Schalke 04, 71 (26/45)
9. David Villa (Espanha), Saragoça/Valência/Barcelona), 68 (44/24)
10. Andrei Shevchenko (Ucrânia), Milan/Chelsea/Dínamo Kiev, 68 (32/36)
(...)


21. Pedro Pauleta (Portugal), Bordéus/PSG, 55 (42/13)
26. Cristiano Ronaldo (Portugal), Manchester United/Real Madrid, 54 (26/28)

Marca de Amor

Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas do seu colégio não falavam com ele, e nem sentavam-se ao seu lado, na realidade quando os colegas o viam, franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.


Então a turma se reuniu com o professor, e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não frequentasse mais o colégio, o professor levou o caso à directoria do colégio.
A directoria ouviu e chegou à seguinte conclusão: Que não poderia tirar o menino do colégio,  e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.
O professor achou magnífica a ideia da directoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.


Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição: Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.


A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:
- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:
- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...


A turma estava em silencio atenta a tudo .


O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.


Silêncio total em sala.


-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente... 
Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, 
pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama. 
Só que quando minha mãe tentou entrar na  casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:
- " Minha filhinha está lá dentro!" 
Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava, mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...
Foi aí que decidi. 
Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.
Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa. Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha. Eu sabia o quarto em que ela estava. 
Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...
A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou: 
Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR.


Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem, mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.

9 de abril de 2012

Humor - O presidiário e o casal apaixonado

Um presidiário, condenado a prisão perpétua por assassínio em primeiro grau, consegue fugir da prisão ao fim de 25 anos. Ao fugir, entra numa casa onde dorme um jovem casal. O assassino amarra o homem a uma cadeira e a mulher à cama. A seguir, encosta o seu rosto ao peito da mulher, levantando-se de seguida, e saindo a seguir do quarto. Imediatamente, arrastando a cadeira, o marido aproxima-se da esposa e diz-lhe:


- Meu amor, este homem não vê uma mulher há anos. Eu vi-o beijando-te o peito, e aproveitando ele ter-se afastado um pouco, quero pedir-te que cooperes com ele, e faças tudo o que ele te pedir. Se ele quiser fazer sexo contigo não o evites, e finge que gostas. Por favor, não o afastes. As nossas vidas dependem disso!!! Sê forte, minha linda, eu amo-te.


A jovem esposa diz ao marido:
- Querido, estou-te reconhecida por pensares assim!!! Efectivamente este homem não vê uma mulher há anos. No entanto ele não estava a beijar-me o peito. Estava a dizer-me ao ouvido que gostou muito de ti, e perguntou-me se guarda-mos a vaselina na casa de banho. Sê forte, meu lindo, eu também te amo muito.


Moral da história: Não estar verdadeiramente informado pode trazer sérios inconvenientes. A informação actualizada, e exacta é fundamental para ter êxitos, e assim evitar surpresas desagradáveis...

Humor - Namorado surdo

Ia uma jovem muito linda,  a passear com o seu namorado, quando ouviram uns trabalhadores de uma obra a gritarem:


- Oh cabrão, não a leves a passear, leva-a mas é para um beco ou lugar escuro e come a gaja!!!


O rapaz, muito envergonhado, segue o seu caminho com a sua namorada, e passam por um parque, onde estão vários idosos, que ao vê-los começam às bocas ao namorado:


- Olha, olha, de mãozinha dada com a miúda... Devias é levá-la para um motel, ó paneleiro!!!


O rapaz, cada vez mais envergonhado, decidiu levar a namorada a casa, e despede-se:


- Então até amanhã, meu amor!


A namorada responde-lhe: 
- Até amanhã, seu surdo de merda!!!


Moral da história: Escuta, e põe em prática os conselhos dos outros. São pessoas com experiências. Se não o fizeres, a tua imagem será...rsrsrsrsrss

Como escrever códigos mais eficientes


Como em qualquer tipo de empreendimento o difícil está sempre nos detalhes. É como diz o velho ditado: "O Diabo está no detalhe".

Um código pode parecer óptimo no papel, mas se não for implementado com extrema atenção aos detalhes, usando técnicas de programação sólidas e com uma pitada de arte, ele de certo, será um fracasso. Ele provavelmente vai cumprir a lista de tarefas, mas não vai ser atraente, intuitivo ou prático. 

A parte mais importante de se implementar um programa, não é fazer as coisas funcionarem, é não deixa-las estragarem. 
Discute-se muito tratamento de erros, como captura-los, como manuseá-los, etc... Estas coisas se fixam no que fazer depois do leite derramado, ou seja, depois do erro ocorrer. Elas são importantes para o sucesso do seu programa, mas não se comparam a prevenção de erros, esta sim deve ser enfatizada. 

Prevenção de erros deve ser o prato principal do projecto e não uma simples sobremesa. Este post foca algumas técnicas de prevenção de erros, vulgarmente conhecida por validação,  e outros assuntos ligados ao desenvolvimento de software. 

Clareza: Cada função ou procedimento deve ter um, e somente um, propósito claro. Este propósito deve ser comunicado no primeiro comentário. Assim como cada bloco comentado de código numa rotina deve ter só um claro propósito. 

O mesmo se aplica a variáveis. Cada uma deve ter um só propósito. Variáveis multiusos devem ser reduzidas ao mínimo, e claramente identificadas como tal. 

Seguindo esta regra geral a clareza do código vai ser melhorada e este vai ficar mais robusto e fácil de manter. 

Escopo: Sempre considere o escopo. Suas variáveis são locais, ou globais? Suas classes são públicas ou privadas? 

Geralmente o escopo deve ser o mais restrito possível. Na dúvida, comece declarando a variável como local. Se ela for necessária a outras rotinas do formulário mude seu escopo para modular (válida somente no módulo ou formulário em que foi declarada). Por fim se for necessária em outros módulos faça-a Global. Não se esqueça de mudar seu nome para que este reflita sua nova abrangência. 

Mais uma vez, faça todo o possível para manter as variáveis locais. Modulares ou globais só devem ser declaradas se absolutamente necessárias. Passando variáveis como parâmetros de funções ou procedimentos (Subs) e criando propriedades num módulo de classe são alternativas muito mais recicláveis e fáceis de mudar quando necessário. 

Quanto a funções, mantenha-as privadas a não ser que tenham que ser públicas. Não exponha nenhuma função ao usuário sem ter certeza absoluta que todo o código de prevenção de erros está no lugar e funcionando. Não exponha ao usuário funções internas as quais ele não necessita. 

Tente não usar constantes públicas desnecessárias. Embora sejam de grande valia elas fazem com que um módulo seja menos auto suficiente e reciclável. 

Identificadores: Um nome apropriado consiste de um prefixo, normalmente 3 letras, para indicar o tipo, seguido de uma descrição da sua função no todo. Por exemplo, uma nova TextField, ela deve ter o  nome imediatamente mudado para algo como txtNomeDoUsuario. Isto indica que se trata de uma TextField, que recebe o nome do usuário. 

Sempre use os prefixos padrão para que outros que venham a usar o seu código entendam com mais facilidade. Abaixo está uma lista com alguns tipos padrão que uso: 

txt - TextField
lbl - Label
cmb - ComboBox
chk - CheckBox
opt - OptionButton
img - Image
pic - Picture
vsc - Vertical ScrollBar
hsc - Horizontal ScrollBar
tmr - Timer

Arcana: Sempre use o mais simples, directo e legível código possível. As duas linhas abaixo fazem a mesma coisa:

1. bool função Existe(x, lista)
 parm tipoitem x;
          tipolista lista;
{
 int i;
 para i de lista.primeiro ate lista.ultimo
 faca se lista.item[i] = x
         entao retorna verdadeiro;
         senao retorna falso;
}

2. bool função Existe(x, lista)
 parm tipoitem x;
          tipolista lista;
{
 int i;
 para i de lista.primeiro ate lista.ultimo
 retorna lista.item[i]=x
}


A linha 1 é muito mais legível do ponto de vista humano. A 2 é mais complicada e demora mais tempo para a maioria dos programadores entender. É verdade que a linha 2 é mais compacta e avançada, mas clareza deve estar sempre em primeiro lugar.

Comentários: Porquê comentar o meu código? Fui eu que escrevi, daí não preciso de lembrete. De qualquer maneira um código fonte coeso é sempre auto explicativo e evidente. Comentar meu código seria dizer em voz alta que ele não é bom. Além disso, qualquer programador que reclamar que não consegue entender o meu código por falta de comentários é um "Besta Lógica" (Engº. Manuel Meneses) que não sabe de nada. Eu não tenho  e não perco tempo de comenta-lo.
Estas são algumas reacções naturais alguns programadores têm sobre comentários. Comentários são parte essencial de um código coeso e reciclável. O que parece óbvio num dia fica totalmente obscuro em outro. Se o programa é um sucesso, outros programadores vão, eventualmente, continua-lo. Algumas partes do código não serão óbvias a eles, não interessa quanta experiência eles tenham. 

O equilíbrio é o segredo. Alguns programadores não põem comentários, outros põem comentários inúteis ou óbvios, outros ainda põe comentários demais. Estes últimos podem, as vezes, causar mais danos do que aqueles que nem comentam. Este tipo de código é cheio de comentários redundantes, decoração e linhas em branco que não acrescentam nada. 

'===============================
'"""""""""  COMENTÁRIO  """"""""
'===============================

O bloco acima pode ser um "neon" para chamar a atenção a um comentário, mas ele atrapalha. Ele gasta muito espaço na tela e acaba por fazer o código mais difícil de se ler. Comentários devem aparecer para comunicar informação que NÃO é óbvia. Eles não devem interferir com a legibilidade do código, mas devem ser fáceis de achar se o programador os procura. Eles não devem usar mais espaço que o necessário. Como regra geral, olhe para sua tela de código. Se você só vê comentários algo está errado, se você só vê código as chances são que você não está sabendo antecipar adequadamente o que outro programador (ou você mesmo) pode precisar saber no futuro. 

Longo Prazo: Muitos programas tiveram de ser completamente dilacerados ou até reescrito, quando passados a um novo cliente ou vendidos a uma companhia. O porquê? O programador não pensou a longo prazo. 

Quando programamos, a ênfase é basicamente em fazer o programa funcionar. Como se o EXE fosse a única coisa que conta. Assim pensamos em curto prazo. Nós assumimos que enquanto entendermos o código tudo bem. 

É bem mais importante pensar a longo prazo. O EXE não importa muito realmente, mas o código sim. Não deve ser suficiente que entendamos o código, mas que outros também possam entende-lo. Nós entregaremos e eles o pegarão e o modificarão com facilidade. 

Pensar a longo prazo significa fazer comentários que vão ajudar outros, mesmo que voce não precise deles (os comentários). Significa usar convenções padrão para nomes mesmo que prefiramos nossa própria maneira de nomear componentes. Significa declarar tudo explicitamente mesmo quando você conhece os defaults. Significa usar código simples e facilmente legível mesmo sendo capaz dos mais variados truques. Significa escrever nosso código, a pensar, e para os outros. 

Moral da história: A moral da história aqui é que um programa que é legível, mas não funciona direito, é bem melhor do que um que funciona, mas ninguém consegue entendê-lo. O primeiro programa pode ser consertado, mas o segundo, certamente terá que ser reescrito.

Debugging Post.1


Debugging é um execício de investigação. Raciocínio dedutivo, observação cuidadosa, lógica abstrata, perseverança e auto-questionamento são todos essenciais. 

Em qualquer projecto de programação, debugging é inevitável. Mesmo um bug simples pode consumir horas, e até mesmo dias de trabalho. É claro que o objectivo é produzir código de maneira a prevenir bugs. O problema é que, muitas vezes, não podemos prevenir bugs até conhece-los. E nós normalmente não os conhecemos até encontra-los e extermina-los pelo menos uma vez.

Talento é essencial no desenvolvimento de um aplicativo, mas é aqui que a experiência compensa, pois o programador experiente não é pego pelo mesmo bug 2 vezes.
Outra parte importante em escrever código de qualidade é mante-lo robusto. Quando mudanças são feitas no código ele não pode parar ou gerar novos bugs. Se o programa não é fácil de manter então estará destinado a uma vida útil muito curta.
Por exemplo: Quando escrevemos funções ou procedimentos em VB, é mais seguro passar parâmetros por valor (ByVal) do que por referência (ByRef) que é o default. Isto assegura que a função não tem como modificar o valor da variável que é passada como parâmetro.

Note que como ByRef é o padrão é uma boa prática adicionar a palavra ByVal a cada novo parâmetro.

ByRef só deve ser usado se você tiver um propósito específico. Uma razão para usa-lo é a função retornar um parâmetro modificado, outra é um pequeno ganho em performance que o ByRef oferece. Entretanto na maioria dos casos o pequeno ganho em rendimento não justifica o risco acarretado pelo uso do ByRef.
Se você usar ByRef o propósito deve ser indicado num comentário.

Os melhores programadores vão "debugando" a medida que programam. Eles não dão um novo passo até que qualquer erro possível de ser antecipado e tratado assim o seja. Quando o programa chega na data limite, este programador pode não estar com todas as rotinas no lugar, mas as que estão funcionam perfeitamente. Isto é preferível a um programa completo que "deixa de responder" quando é executado.

Na arte de achar erros nunca assuma nada. Esta é uma óptima razão para ser sempre explícito.
Sempre use Option Explicit em cada módulo de VB para ter certeza que o programa só rodará se todas as variáveis tiverem sido declaradas. 

Sempre inicialize variáveis e arrays. Nunca confie em valores default. 
Sempre especifique ByVal ou ByRef 
Sempre dimensione ou redimensione arrays explicitamente, indicando o índices do primeiro e do último elemento. 

Estas práticas protegem contra mal entendidos, contra mudanças na linguagem de programação e fazem o código mais legível, auto-suficiente e sem ambiguidade.

Enquanto é importante ter uma resposta rápida em caso de incêndio, é mais importante ter uma prevenção ainda melhor.
No geral, a maior parte da sua atenção enquanto programador deve ser gasta, não criando novas funcionalidades ou tratando erros depois deles terem acontecidos, mas prevenindo-os de acontecer.

Em qualquer ponto do programa onde o usuário pode fazer uma entrada, um erro pode acontecer, quer seja na hora ou um pouco depois. Ao invés de focar em como trata-los tente sempre preveni-los de acontecer.

A prevenção de erros deve acontecer o quanto antes. Por exemplo, uma TextField para a entrada de IDADE. As seguintes regras devem ser implementadas assim que o controle for criado e ter sua função definida (no caso, a entrada de IDADE):

 -Definir a propriedade MaxLength em 2. 
-Filtrar qualquer caracter alfanumérico no evento KeyPress.
-Verificar se exactos 2 caracteres foram digitados no evento LostFocus. 

Em cada um destes tópicos nós estamos prevenindo erros de acontecerem. É claro que nós não podemos prever todos os erros possíveis de acontecer, por isso além da prevenção devemos também nos preocupar com o tratamento depois do erro ter acontecido.

Depois de escrever o código de prevenção de erros e implementa-lo, você deve passar para a parte de captura e tratamento. As vezes é impossível controlar a entrada de dados ou eventos externos que podem fazer com que partes de seu código falhem ao executar. Pegue como exemplo a abertura de um arquivo externo. Você já tomou o cuidado de verificar se o arquivo escolhido existe e está onde deve mas ainda assim você pode incorrer num erro se ele estiver corrupto.